Mais um causo do mundo dos "Chatos por um Brasil Melhor".
Ontem passei numa revistaria que fica num pequeno shopping aqui perto de casa. Enquanto a Gleyda foi comprar jornal e revista, eu fiquei no carro esperando. Estava no mesmo estacionamento onde já havia acontecido um bate-boca com uma louca um tempo atrás porque ela estacionou na vaga de cadeirante e saiu andando bem bonitinho.
Estou eu lá esperando quando chega um gol vermelho e rebaixado (carro de playboy) e estaciona na vaga de cadeirantes. Na mesma fatídica vaga. De dentro saíram três rapazes descalços com aquele bonézinho virado pra trás (coisa de playboy mané) e cada um com uma cerveja na mão, inclusive o motorista.
Foi aí que a chatice me atacou. Em pleno sucesso da lei que prende os motoristas bebinhos... Peguei o telefone e liguei pra AMC (ou Etufor, não sei mais o nome das instituições nesta cidade. Mudaram quase tudo, menos a maneira porca de se governar). Pois o número que eu tinha na agenda do celular foi uma dessas coisas que foram mudadas. Liguei pro 102 e peguei o número novo. Pois também não funcionou.
Resumo da ópera: os playboys saíram com mais um monte de cerveja, dirigindo e bebendo cidade afora e estacionando nas vagas de cadeirante, idosos e grávidas. Exatamente onde, num futuro breve, eles vão querer estacionar o carro adaptado deles e não vão conseguir porque outro playboy já pegou. Digo isso porque a chance de um imbecil desses virar cadeirante caso encontre um poste no caminho é grande. Melhor pra ele seria encontrar um bafômetro antes.
Neste caso específico as instituições ajudaram os infratores e atrapalharam os chatos.
Perguntas: pra que servem esses 0800´s se não funcionam quando é preciso? Como é que a sociedade pode se auto fiscalizar se as instituições não funcionam?
Mais do que boas leis, nós precisamos é de instituições que funcionem.
Mas como funcionar se boa parte dos cargos são comissionados e estes funcionários são desviados de função a cada campanha eleitoral? As instituições estão colocadas para os interesses da sociedade ou dos políticos? Nós sabemos a resposta: tanto na teoria quanto na prática.
Votaria em um candidato que respeitasse a autonomia das instituições e que procurasse a eficiência e qualidade dos serviços públicos. Mas ainda não vi nenhum por estas bandas. Vou acabar votando no mesmo mal, de novo.
4 de agosto de 2008
As instituições não ajudam os chatos.
Marcadores:
Cotidiano
8 de julho de 2008
Já foi tarde!!

Daniel Dantas foi preso.
A pergunta é: Só agora?
Tem mais duas perguntas que não querem calar!
A primeira vai pros tucanos:
Nunca houve tanta corrupção ou nunca se investigou e prendeu tanto corrupto?(Essa eu sei a resposta!!)
A segunda eu ainda não sei a resposta:
Quanto tempo vai demorar pro (nem um pouco democrático) judiciário libertar os pilantras? (tomara que muito!! Mas sei que será pouco.)
Mais informações sobre mais essa operações da PF digna de orgulho nacional:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=352
http://click.uol.com.br/?rf=noticias_fotogigante_foto&u=http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/07/08/ult23u2510.jhtm
http://todamidia.folha.blog.uol.com.br/arch2008-07-06_2008-07-12.html#2008_07-08_10_52_34-10987816-0
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=356
5 de junho de 2008
É CRIME SER GAY NO EXÉRCITO
A deputada Cida Diogo (PT-RJ) disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quinta-feira, dia 05, que ser gay no Exército é crime, segundo o Código Penal Militar.“O Código Militar considera a homossexualidade como pederastia, passível a algum tipo de punição por parte do Exército brasileiro”, afirmou Cida Diogo. A punição máxima é a expulsão.
Cida Diogo é presidente da Frente Parlamentar pela Cidadania dos Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais no Congresso e defende mudanças no Código Militar. São quase 30 projetos que existem no Congresso sobre o tema, mas até hoje nenhum avançou.
A deputada pediu oficialmente, por escrito, ao ministro Nelson Jobim, informações sobre a prisão do sargento do Exército Laci Marinho de Araújo, logo após ele participar do programa “Superpop”, da Rede TV. O sargento assumiu a homossexualidade na edição do último fim de semana da revista Época.
Entrevista completa em:
3 de junho de 2008
2 de junho de 2008
Ida ao Trabalho
Alguns vão ao trabalho de carro, outros de ônibus, bicicleta ou a pé. Pois é, eu vou ao trabalho de helicóptero ou lancha. Mas longe de ser algo luxuoso, é apenas pela impossibilidade de se ir de outra maneira.
Nós geralmente embarcamos pela manhã. Porém, meu trabalho também conta com alguns imprevistos e algumas vezes preciso embarcar nos dias e horas mais inusitadas. Foi exatamente o que aconteceu no último dia 26 de maio.
Embarquei por volta das 17:45 de uma segunda-feira. E fiz o que sempre faço, sentei em um banquinho que fica no fundo da lancha e fiquei olhando pra trás, vendo o rastro deixado pela lancha, escutando música no MP3 player. Mas o visual daquele dia estava pra lá de especial.
A tarde ia caindo e no horizonte havia pouca luz do sol e apenas uma nuvem bem alta e carregada no céu limpo e ainda azul. O continente ia se distanciando, o sol sumindo e a nuvem escurecendo. De repente começaram a cair raios daquela nuvem. Lembro que ela estava bem dentro do continente e que não sei dizer sobre que cidade ao certo estavam caindo os raios, só lembro que a visão do poder da natureza com aquela moldura foi impressionante. Raios enormes e de uma claridade imensa. Lindos.
Não bastando isto, passado o show dado pela nuvem e seus elétrons, o sol se foi e apareceu o céu mais estrelado que eu tenho lembrança. É que no meio do mar não há nenhuma luz artificial de cidade para atrapalhar a observação. Era um céu completamente tridimensional, outro espetáculo da natureza. E eu escutando a Maria Bethânia cantar música sobre o mar no Ipod.
Acho difícil conseguir ter uma ida ao trabalho tão bacana na vida.
Nós geralmente embarcamos pela manhã. Porém, meu trabalho também conta com alguns imprevistos e algumas vezes preciso embarcar nos dias e horas mais inusitadas. Foi exatamente o que aconteceu no último dia 26 de maio.
Embarquei por volta das 17:45 de uma segunda-feira. E fiz o que sempre faço, sentei em um banquinho que fica no fundo da lancha e fiquei olhando pra trás, vendo o rastro deixado pela lancha, escutando música no MP3 player. Mas o visual daquele dia estava pra lá de especial.
A tarde ia caindo e no horizonte havia pouca luz do sol e apenas uma nuvem bem alta e carregada no céu limpo e ainda azul. O continente ia se distanciando, o sol sumindo e a nuvem escurecendo. De repente começaram a cair raios daquela nuvem. Lembro que ela estava bem dentro do continente e que não sei dizer sobre que cidade ao certo estavam caindo os raios, só lembro que a visão do poder da natureza com aquela moldura foi impressionante. Raios enormes e de uma claridade imensa. Lindos.
Não bastando isto, passado o show dado pela nuvem e seus elétrons, o sol se foi e apareceu o céu mais estrelado que eu tenho lembrança. É que no meio do mar não há nenhuma luz artificial de cidade para atrapalhar a observação. Era um céu completamente tridimensional, outro espetáculo da natureza. E eu escutando a Maria Bethânia cantar música sobre o mar no Ipod.
Acho difícil conseguir ter uma ida ao trabalho tão bacana na vida.
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